Bola da Vez

Tá, sei que ando meio relapso na postagem de textos aqui no Fósforo. As velhas desculpas continuam valendo. Te pouparei da repetição.

Atualização rápida:

Estou às voltas com El Quijote, final de edição. Cancelamos a assinatura da Falha de SP, sem nenhuma dor. Jornalismo de esgoto não entra mais aqui em casa. Tenho trabalhado todos os fins de semana no Cinema na Rua. Li o emocionado e emocionante livro de poemas do Alípio Freire, Estação Paraíso. Ouvi muito o violão & clarineta de Marcelo & Rosa, o duo Violeta, de quem falarei em breve. Estive em Itu no início de novembro. Preparei uma salada tailandesa de camarão, manga e kani para velhos amigos da ECA, aqui em casa. Estou devendo relatos sobre Verona e Florença. Tomei muita chuva.

E convido todos para o lançamento de um livro do qual conheço apenas alguns capítulos, e estou babando pra ler de ponta a ponta. Um romance-policial-feito-de-contos cujo cenário é o Bixiga, em São Paulo, escrito por Fábio Brazil. O cara mexe com literatura e dança, é poeta-ativista, e lança seu primeiro trabalho em prosa. Escreve bem pra burro, o primo Fábio!

Neste domingo, dia 6 de dezembro, a partir das 10 horas da manhã, no coreto da praça Don Orione, no Bixiga (onde rola a feirinha de antiguidades & tranqueiras). O Duo Violeta fará apresentação especial! Fábio promete ficar até as 14 horas.  Depois disso, talvez esteja no boteco mais próximo…

Passarei lá pela manhã e correrei para o Cinema na Rua, lá no Campo da Erundina, no M’Boi Mirim. Não sabe o que é isso? Leia o post anterior!

5 Responses to “Bola da Vez”


  1. 1 Mario Abramo 05/12/2009 às 1:02 am

    Caro assessor para assuntos monopernósticos (ou seria unipernaltas?)
    Nós que convivemos diuturnamente com esses pequenos seres dados à traquinagens estamos acostumados com as pequenas e divertidas vicissitudes que eles nos acarretam, tipo esconder o celular, ou os óculos, ou as chaves, ou as três coisas, justo quando a gente vai sair de casa.
    Hoje, entretanto, fui testemunha de dois acontecimentos inauditos. O primeiro foi encontrar, no bolso da camisa, uma lapiseira (Pentel legítima) com a ponteira desaparafusada. Sim, sei que um uso constante é capaz de fazer isso. Mas a lapiseira estava posta em sossego há pelo menos dois dias no bolso.
    O segundo foi encontrar minha lanterninha apontadora também desaparafusada no bolso da calça.
    Ops. Uma coisa, vá lá. Mas duas? E mais, dois objetos que são de uso “profissional”… e que “sofreram” exatamente o mesmo tratamento?
    Será que estou às voltas com um saci desaparafusador, e, pior, conceitual? Até onde eu sabia, sacis são meio aleatórios… será uma mutação transgênica?
    []s

  2. 2 Daniel Brazil 05/12/2009 às 1:13 am

    A questão proposta, Mário, é muito mais profunda do que parece. Eu ando meio ressabiado com a quantidade de coisas desparafusadas por aí, nesse Brasilzão esparramado no mapa.
    Veja o cérebro do César Benjamim. Desparafusou? Foi saci? Foi mandinga? Foi inveja ou frustração?
    E os demos-tucanos do DF? Que saci colocou uma câmera ali, em frente aos caras, e eles não perceberam? Saci fica invisível, sabemos, mas câmera de saci também?
    Só falta o Serra dizer que foi o saci que derrubou o Rodoanel. Ou o Taxab culpar o saci pelas enchentes…

  3. 4 Daniel Brazil 05/12/2009 às 12:37 pm

    Boa, Ruggero! Vou providenciar.


  1. 1 Gota de Sangue « FÓSFORO Trackback em 27/11/2011 às 11:50 pm

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