Viajo porque preciso…

Existe filme que almeja ser romance. Épico, dramático, intimista, histórico, de formação. Uns, mais modestos, se contentam em ser crônica. E há outros – poucos –  que são poesia.

Poesia crua, de beira de estrada, com tons secos de agreste. Filme-experiência, uma câmera na mão e nenhuma idéia pré-concebida na cabeça. Resultado do encontro de dois cineastas que juntaram as imagens, as sobras, os restos de seus filmes anteriores (O Céu de Suely; Cinema, Aspirinas e Urubus), e resolveram contar uma história sobre enxurros de viagem, lembranças, vestígios e perdas. Demorei muito pra assistir este filme. Vou demorar muito mais para esquecer.

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