A Ocupação de Wall Street

É bem reveladora a timidez com que as notícias sobre a ocupação de Wall Street  chegaram aos nossos jornais e TVs. Enquanto a ‘primavera árabe” foi motivo de manchetes e fotos de primeira página, a rebelião popular surgida no coração do capitalismo internacional foi abafada até o limite. Felizmente a internet está aí para disseminar informação sem censura.

Sintomático, o evento deixa esfarrapadas algumas bandeiras do imperialismo americano. Na casa dos outros, divulguem; na nossa, ocultem. O mesmo procedimento da grande imprensa em relação aos escândalos da Assembléia legislativa paulista ou mineira (com as raras exceções de praxe, claro).

Enfim, é isso aí. Dono de jornal tem lado, e não se preocupa muito com isenção e fidelidade aos fatos. Me parece, pelo pouco que li, que o movimento em Wa(r)ll Street é um dos fatos políticos mais importantes do ano. Muita coisa vai mudar, a partir deste movimento não-partidário (mas altamente político, no sentido grego – e nobre – da palavra).

Gostei muito deste texto entusiasmado da ativista canadense Naomi Klein. Boa leitura!


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