Nagisa Oshima

Oshima

 

Morreu hoje um dos  cineastas que mais admiro: Nagisa Oshima. Um provocador nato. Em todos os sentidos, em todos os impérios. Mas também um esteta, capaz de decantar a provocação até virar arte. Vocês vão ler resenhas, necrológios, homenagens, diatribes, ataques e defesas apaixonadas. Oshima, para mim, era o poeta do limite, o cineasta do impossível. Sexo-poesia, sexo-tragédia, sexo-existencialista. Sempre mais radical que seus pares brasileiros, Khouri e Reichenbach, os únicos que ousaram chegar perto do mestre.

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